um mundo o qual não pertencíamos,
da platéia parte fazendo,
da platéia parte fazendo,
a dedo escolhendo,
o que assistíamos.
De repente esse mundo se abre,
nos bastidores ainda tateando,
ao palco somos lançados,
ao palco somos lançados,
meros atores anônimos.
Não, atenção não nos dão,
invisíveis somos não,
mas vistos como coadjuvantes,
onde somos aceitos por gigantes,
porque do espetáculo faz parte.
porque do espetáculo faz parte.
Agigantam-se em suas verdades,
nas verdades que aprenderam,
que por único ângulo olharam,
o ângulo de seus interesses.
Verdades que seus egos alimentam,
maior que a obra querem ser,
o autor sábio pela humildade,
sabia que na obra,
lacunas a preencher existiam.
Tanto ensinou,
que cada ensinamento depende,
do ângulo que é visto,
mas os gigantes prepotentes,
do palco querem tomar conta.
Passarão os gigantes,
esta fantasia na obra não existe,
na obra somos todos coadjuvantes,
de um propósito MAIOR,
no palco da vida.
Luconi
18-02-2020
Verdades que seus egos alimentam,
maior que a obra querem ser,
o autor sábio pela humildade,
sabia que na obra,
lacunas a preencher existiam.
Tanto ensinou,
que cada ensinamento depende,
do ângulo que é visto,
mas os gigantes prepotentes,
do palco querem tomar conta.
Passarão os gigantes,
esta fantasia na obra não existe,
na obra somos todos coadjuvantes,
de um propósito MAIOR,
no palco da vida.
Luconi
18-02-2020




