O homem jamais esquece suas verdadeiras raízes.
Que saudades sinto,
do tempo de infância,
da doce inocência,
das viagens na fantasia.
Do riacho a murmurar,
dos pássaros o cantar,
da lenha no fogo o crepitar,
da rede da varanda o balançar.
A pobreza nem sentia,
nascera assim, assim vivia,
no fogão a lenha com o coração,
mamãe fazia milagres no caldeirão.
Não faltava o pão,
papai sempre dava jeito,
trazia honradez em seu peito,
de trabalho medo não tinha não.
Cedo peguei na lida,
pequenos trabalhos fazia,
com certeza era lição de vida,
papai e mamãe incentivava.
Levo comigo vida a fora,
a vida que ali levei,
em mim raízes criou,
sem elas feliz não sou.
Luconi
01-09-17
















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