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Viajei por altos mares,
do Brasil colonial,
navio tumbeiro visitei,
a maldade do humano desumano conheci,
pelos negros aprisionados,
torturados e mortos,
chorei.
Um choro que de vergonha me cobriu,
vergonha do homem branco poderoso,
que a ganância se entregou,
tão superior se achando,
que até de Deus duvidou,
então eu clamei,
Sua justiça me mostrou.
A cortina do céu se abriu,
vi os negros mortos,
por luzes em festa serem recebidos,
mas vi o branco morto poderoso,
por garras invisíveis ser puxado,
no abismo mais profundo trancafiado,
até o dia do seu sincero arrependimento.
Então nesta minha viagem,
ainda vi os negros na luz orando,
por aquele branco pedindo,
energias de amor a ele enviando,
que como bálsamo iam agindo,
aquele homem branco sustentando,
por milênio até que ele por Deus clamou.
De minha viagem voltei,
dando ao Criador graças,
porque a todos dá conforme suas obras,
mas sempre ao caído proporcionando,
uma nova chance para a evolução,
tudo no tempo certo,
não há pressa pois imortal é o espírito.
Luconi
03-06-2017
Como prometi há um ano atrás,vim contar a vocês que o livro foi editado pela Madras, participou da última Bienal em SP, para quem quiser viajar como eu viajei quando revisei e descobrir que sempre Deus nos dá uma nova chance, pois sua misericórdia é infinita. É só acessar o link do autor no face, que deixo aqui. O nome do autor é Daniel Luconi meu sobrinho querido.
Como prometi há um ano atrás,vim contar a vocês que o livro foi editado pela Madras, participou da última Bienal em SP, para quem quiser viajar como eu viajei quando revisei e descobrir que sempre Deus nos dá uma nova chance, pois sua misericórdia é infinita. É só acessar o link do autor no face, que deixo aqui. O nome do autor é Daniel Luconi meu sobrinho querido.



